Tenho uma amiga, com a qual já não falo há muito tempo, mas com quem tive raras, mas profundas conversas. Ela se dizia minha psicóloga e eu gostava disso! Com ela eu ficava tão à vontade que me permitia revelar fragilidades, sem medo de ser cobrada ou julgada.
Um dia conversávamos sobre o quanto as situações repetitivas são patológicas. E isso nunca foi novidade. Em uma das correntes da psicologia, tais situações são conhecidas como gestalts inacabadas. São elas as grandes responsáveis pelos comportamentos cristalizados, ora chamados de neuroses e por aí vai!
Então, nessa semana, lembrei dessas conversas com a minha amiga em virtude de uma determinada situação que insisti em repetir-se na minha vida e a qual me impele a sempre agir de uma determinada forma. Mas dessa vez será diferente! Tenho que quebrar essa ciranda!
Na verdade, acho que já consegui a partir do momento em que enxerguei e decidi agir diferente. Existem alguns imperativos do tipo:
Permita-se!
A vida é uma só!
Arrependa-se do que fez, e não do que deixou de fazer!
Isso tudo é muito perigoso! Pode provocar uma série de comportamentos irresponsáveis para consigo e com os outros. Vamos por partes:
Permita-se! – mas nem tudo é permitido! E se você resolve sair por aí fumando maconha, tarando o marido da vizinha, gastando o que não ganha, ir vestida de caipira pro trabalho, tatuar a testa, mandar o chefe se foder (ou será se fuder?) você terá sérias conseqüências.
A vida é uma só! – isso parece ser um fato! E por isso mesmo, por ser uma só, temos que redobrar o nosso cuidado com algumas coisas. Não aprender com os erros dos outros é burrice! Claro que temos que ter as nossas próprias experiências, mas desconsiderar por completo que “se você colocar o dedo na tomada, você vai levar um choque” é ser muito auto-suficiente; acreditar que tem todas as respostas. Além do mais, por ser só uma, significa que é rara, daí o cuidado deve ser ainda maior para não comprometê-la por qualquer motivo.
Arrependa-se do que fez, e não do que deixou de fazer! – Se é pra se arrepender de alguma coisa, então, tanto faz! Concorda? E vou dizer, entre não fazer, ou seja, não empreender nenhum esforço e fazer, empreender algum esforço, pra chegar no final e se arrepender, do mesmo jeito, é melhor ficar na rede, dormindo. Fale sério? É ou não é?
Pois zé!
Um dia conversávamos sobre o quanto as situações repetitivas são patológicas. E isso nunca foi novidade. Em uma das correntes da psicologia, tais situações são conhecidas como gestalts inacabadas. São elas as grandes responsáveis pelos comportamentos cristalizados, ora chamados de neuroses e por aí vai!
Então, nessa semana, lembrei dessas conversas com a minha amiga em virtude de uma determinada situação que insisti em repetir-se na minha vida e a qual me impele a sempre agir de uma determinada forma. Mas dessa vez será diferente! Tenho que quebrar essa ciranda!
Na verdade, acho que já consegui a partir do momento em que enxerguei e decidi agir diferente. Existem alguns imperativos do tipo:
Permita-se!
A vida é uma só!
Arrependa-se do que fez, e não do que deixou de fazer!
Isso tudo é muito perigoso! Pode provocar uma série de comportamentos irresponsáveis para consigo e com os outros. Vamos por partes:
Permita-se! – mas nem tudo é permitido! E se você resolve sair por aí fumando maconha, tarando o marido da vizinha, gastando o que não ganha, ir vestida de caipira pro trabalho, tatuar a testa, mandar o chefe se foder (ou será se fuder?) você terá sérias conseqüências.
A vida é uma só! – isso parece ser um fato! E por isso mesmo, por ser uma só, temos que redobrar o nosso cuidado com algumas coisas. Não aprender com os erros dos outros é burrice! Claro que temos que ter as nossas próprias experiências, mas desconsiderar por completo que “se você colocar o dedo na tomada, você vai levar um choque” é ser muito auto-suficiente; acreditar que tem todas as respostas. Além do mais, por ser só uma, significa que é rara, daí o cuidado deve ser ainda maior para não comprometê-la por qualquer motivo.
Arrependa-se do que fez, e não do que deixou de fazer! – Se é pra se arrepender de alguma coisa, então, tanto faz! Concorda? E vou dizer, entre não fazer, ou seja, não empreender nenhum esforço e fazer, empreender algum esforço, pra chegar no final e se arrepender, do mesmo jeito, é melhor ficar na rede, dormindo. Fale sério? É ou não é?
Pois zé!
Fácil é esconder-se atrás desses imperativos, difícil é assumir as conseqüências ou abrir mão de algumas coisas!
2 comentários:
Vixe...já li esse Post umas 10 vezes...eu acho que a escritora esqueceu que o seu blog possui leitores assíduos!!! Esqueceu que precisa continuar alimentando de cultura o público alvo do seu blog!! Tomara que esse comentariozinho sirva para que ela volte a escrever!!! Tomara!!! Áté mais.
fabinho, você é mesmo um fofo!
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