terça-feira, 11 de setembro de 2007

Always life

E a temática da minha vida tem sido “a vida”.

Hoje não corro mais, não porque não tenho pressa, mas porque ando sem destino, sem caminho, sem rumo. Acabo encontrando pessoas, pessoas e pessoas; deparo-me com obstáculos que se fazem facilmente suplantáveis, outros nem tanto; amores; sentimentos e sensações, às vezes extremamente prazerosos e outros intensamente dolorosos; dúvidas; medos; alegrias, muitas delas e de todos os tipos; perdas; conquistas ...

Sei que tenho saudades e saudade, segundo alguém, é presença! Presença do que não é, ou do que não está, mas que é em nós. Confuso? Não, não é! Consigo perceber isso com tamanha facilidade. Cresci e não queria isso, acho que deve ser esse o motivo. O desapego obrigado e necessário. Pareço uma menina mimada, e sou (ou fui?), quando de repente, da noite para o dia, tive que amadurecer, ser forte. Mas carrego ainda a menina sonhadora e frágil, um misto interessante, mas que agora, tem exigido uma mudança de postura, de atitude. E agora? Acredito estar precisando de ajuda, mas as pessoas estão muito ocupadas, muito preocupadas em planejar seus futuros promissores ... e o mundo se acabando com a porra do aquecimento global e parapapá.

O que é importante? Ou seja, o que de fato importa? O que levamos disso tudo?

“Ela” se foi e tenho, ainda hoje, tamanha saudade de seu colo, do seu carinho, do seu mimo. Mas isso já não combina com uma “mulher” de quase trinta anos. Apenas mais uma fase?

2 comentários:

Anônimo disse...

São sensações como essa que temos que guardar pro resto de nossas vidas. E saudade não tem idade, Princesa.

Anônimo disse...

é isso. acho que você acabou definido direitinho what really means viver

=*