E a temática da minha vida tem sido “a vida”.
Hoje não corro mais, não porque não tenho pressa, mas porque ando sem destino, sem caminho, sem rumo. Acabo encontrando pessoas, pessoas e pessoas; deparo-me com obstáculos que se fazem facilmente suplantáveis, outros nem tanto; amores; sentimentos e sensações, às vezes extremamente prazerosos e outros intensamente dolorosos; dúvidas; medos; alegrias, muitas delas e de todos os tipos; perdas; conquistas ...
Sei que tenho saudades e saudade, segundo alguém, é presença! Presença do que não é, ou do que não está, mas que é em nós. Confuso? Não, não é! Consigo perceber isso com tamanha facilidade. Cresci e não queria isso, acho que deve ser esse o motivo. O desapego obrigado e necessário. Pareço uma menina mimada, e sou (ou fui?), quando de repente, da noite para o dia, tive que amadurecer, ser forte. Mas carrego ainda a menina sonhadora e frágil, um misto interessante, mas que agora, tem exigido uma mudança de postura, de atitude. E agora? Acredito estar precisando de ajuda, mas as pessoas estão muito ocupadas, muito preocupadas em planejar seus futuros promissores ... e o mundo se acabando com a porra do aquecimento global e parapapá.
O que é importante? Ou seja, o que de fato importa? O que levamos disso tudo?
“Ela” se foi e tenho, ainda hoje, tamanha saudade de seu colo, do seu carinho, do seu mimo. Mas isso já não combina com uma “mulher” de quase trinta anos. Apenas mais uma fase?
Hoje não corro mais, não porque não tenho pressa, mas porque ando sem destino, sem caminho, sem rumo. Acabo encontrando pessoas, pessoas e pessoas; deparo-me com obstáculos que se fazem facilmente suplantáveis, outros nem tanto; amores; sentimentos e sensações, às vezes extremamente prazerosos e outros intensamente dolorosos; dúvidas; medos; alegrias, muitas delas e de todos os tipos; perdas; conquistas ...
Sei que tenho saudades e saudade, segundo alguém, é presença! Presença do que não é, ou do que não está, mas que é em nós. Confuso? Não, não é! Consigo perceber isso com tamanha facilidade. Cresci e não queria isso, acho que deve ser esse o motivo. O desapego obrigado e necessário. Pareço uma menina mimada, e sou (ou fui?), quando de repente, da noite para o dia, tive que amadurecer, ser forte. Mas carrego ainda a menina sonhadora e frágil, um misto interessante, mas que agora, tem exigido uma mudança de postura, de atitude. E agora? Acredito estar precisando de ajuda, mas as pessoas estão muito ocupadas, muito preocupadas em planejar seus futuros promissores ... e o mundo se acabando com a porra do aquecimento global e parapapá.
O que é importante? Ou seja, o que de fato importa? O que levamos disso tudo?
“Ela” se foi e tenho, ainda hoje, tamanha saudade de seu colo, do seu carinho, do seu mimo. Mas isso já não combina com uma “mulher” de quase trinta anos. Apenas mais uma fase?
2 comentários:
São sensações como essa que temos que guardar pro resto de nossas vidas. E saudade não tem idade, Princesa.
é isso. acho que você acabou definido direitinho what really means viver
=*
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