No amanhecer do amor, todos os momentos juntos são de plena entrega.
Encontros em perfeita sintonia, sem “tempo”.
Encontros com cor de fim de tarde, cheiro de mar e gosto de desejo.
Corpos que vibram em uma mesma freqüência e em um ritmo, ao mesmo tempo, manso e voraz.
As diversas sensações transbordam e embotam a realidade, sem deixar que exista outra.
Ao lembrar, somente parece um espetáculo mágico, no qual não passamos de meros fantoches em mãos alheias.
Mas ao cair da tarde, tudo parece mudar.
Os dias parecem iguais, sempre iguais e cada vez mais estáticos.
Quando abandonamos a magia? Quando fomos abandonados por ela?
Parece não existir resposta. E fica um vazio.
Os dias passam cinzentos.
O “tempo” passa a ter outra dimensão. O amor parece nunca ter estado ali.
Encontros em perfeita sintonia, sem “tempo”.
Encontros com cor de fim de tarde, cheiro de mar e gosto de desejo.
Corpos que vibram em uma mesma freqüência e em um ritmo, ao mesmo tempo, manso e voraz.
As diversas sensações transbordam e embotam a realidade, sem deixar que exista outra.
Ao lembrar, somente parece um espetáculo mágico, no qual não passamos de meros fantoches em mãos alheias.
Mas ao cair da tarde, tudo parece mudar.
Os dias parecem iguais, sempre iguais e cada vez mais estáticos.
Quando abandonamos a magia? Quando fomos abandonados por ela?
Parece não existir resposta. E fica um vazio.
Os dias passam cinzentos.
O “tempo” passa a ter outra dimensão. O amor parece nunca ter estado ali.
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