
Ouvi falar várias vezes que a Chapada desperta sensações primitivas e que os seus visitantes, sem precisar fazer nenhum esforço, eram submetidos a reflexões espontâneas e imperativas sobre passado – presente – futuro. Talvez, em minha primeira vez, tenha sido sugestionada a sentir uma série de coisas que, na verdade, sentiria do mesmo jeito, em qualquer lugar. Mas a intensidade, justifiquei com esse argumento. Todas aquelas histórias ocasionaram uma fragilidade aguda, na qual pude expressar – protegida pelo argumento de que aquilo era provocado pela energia existente naquele lugar – sentimentos dos mais básicos.
Mas isso foi muito bom, pois chamou a atenção para coisas que estavam guardadas e latentes em mim, as quais julgava já ter superado. Não foi culpa da Chapada!
Da segunda vez, a experiência foi bem diferente. Fui inteiramente aberta a experimentar as mais diversas sensações. E tudo foi completamente diferente. A Chapada não é um lugar especial por conta de energias sobrenaturais que atuam em quem “a penetra”. Ela é especial porque proporciona uma total ruptura com o padrão em que nós, cosmopolitas, estamos habituados a achar ser o único possível. E isso acontece com todos. No entanto, alguns cansam de ver somente pedras e trilhas e cachoeiras; enquanto que outros aproveitam esse setting para fazer profundas reflexões. Enquadro-me no segundo grupo.
As trilhas, cada uma delas, apresentam configurações peculiares. Algumas mais íngremes exigem um esforço concentrado e intenso; as mais longas exigem uma maior persistência e autocontrole. Há ainda aquelas que não proporcionam grandes dificuldades, e que mesmo assim, nos fazem chegar em lugares infinitamente magníficos. Nem sempre é necessário tanto sacrifício para se alcançar metas prazerosas.
Mas isso foi muito bom, pois chamou a atenção para coisas que estavam guardadas e latentes em mim, as quais julgava já ter superado. Não foi culpa da Chapada!
Da segunda vez, a experiência foi bem diferente. Fui inteiramente aberta a experimentar as mais diversas sensações. E tudo foi completamente diferente. A Chapada não é um lugar especial por conta de energias sobrenaturais que atuam em quem “a penetra”. Ela é especial porque proporciona uma total ruptura com o padrão em que nós, cosmopolitas, estamos habituados a achar ser o único possível. E isso acontece com todos. No entanto, alguns cansam de ver somente pedras e trilhas e cachoeiras; enquanto que outros aproveitam esse setting para fazer profundas reflexões. Enquadro-me no segundo grupo.
As trilhas, cada uma delas, apresentam configurações peculiares. Algumas mais íngremes exigem um esforço concentrado e intenso; as mais longas exigem uma maior persistência e autocontrole. Há ainda aquelas que não proporcionam grandes dificuldades, e que mesmo assim, nos fazem chegar em lugares infinitamente magníficos. Nem sempre é necessário tanto sacrifício para se alcançar metas prazerosas.
Existem outros lugares que me fazem “sumir” desse mundo por um tempo. Nesses lugares o tempo parece que tem um ritmo diferente ... eu pareço diferente! E quando a gente vai embora fica uma enorme saudade.
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