Nós somos muito interessantes mesmo! E por isso mesmo, cada dia mais, desconfio da mega-proposta da ciência que escolhi para seguir. A cada dia que passa, percebo o quão frágil são as certezas que nos colocam. Mais e mais comuns, talvez a regra, sejam as inconstâncias, as imprevisibilidades. E não que desgoste disso, até aprecio, mas revelo que é muito difícil lidar com situações que mudam de forma tão abrupta e sem um sentido, um motivo que, realmente, justifique uma separação, a perda de uma amizade ...
Somos altamente espertos e comprometidos em acabar com relações tão prazerosas de uma hora para outra sem que haja uma motivação realmente forte pra isso. As pessoas parecem perder a cada dia o respeito pelas outras. Em um dia, presenteiam com rosas, no outro simplesmente nem te olham! E o pior, em nenhum momento se mostram dispostas a estar revendo certas atitudes. Afinal é muito mais prático descartar! Simplesmente descartar, como fazemos hoje com tudo ao nosso redor. Os sentimentos, os hábitos, o prazer, os momentos, tudo isso deixa de ter valor ao primeiro obstáculo que se apresente. O “... você se torna eternamente responsável por aquilo que cativa ...” (Exupéry), não passa de algo idiota e inerente a pessoas românticas demais, fracas demais, burras demais.
O negócio hoje é ser prático e descartar tudo e TODOS que já não me têm nenhuma serventia!
Ao que parece estarei sempre fora desse contexto, sempre discordando desse status quo, sempre sendo a idiota, sempre sofrendo por essas perdas! Mas deixa pra lá, de repente ...
Somos altamente espertos e comprometidos em acabar com relações tão prazerosas de uma hora para outra sem que haja uma motivação realmente forte pra isso. As pessoas parecem perder a cada dia o respeito pelas outras. Em um dia, presenteiam com rosas, no outro simplesmente nem te olham! E o pior, em nenhum momento se mostram dispostas a estar revendo certas atitudes. Afinal é muito mais prático descartar! Simplesmente descartar, como fazemos hoje com tudo ao nosso redor. Os sentimentos, os hábitos, o prazer, os momentos, tudo isso deixa de ter valor ao primeiro obstáculo que se apresente. O “... você se torna eternamente responsável por aquilo que cativa ...” (Exupéry), não passa de algo idiota e inerente a pessoas românticas demais, fracas demais, burras demais.
O negócio hoje é ser prático e descartar tudo e TODOS que já não me têm nenhuma serventia!
Ao que parece estarei sempre fora desse contexto, sempre discordando desse status quo, sempre sendo a idiota, sempre sofrendo por essas perdas! Mas deixa pra lá, de repente ...
Um comentário:
Entendo essa sua inquietude, Princesa.
Certas atitudes humanas são realmente perversas...!
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